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Elaborar um plano: O que fazer, Quando e Como?

“Planeia o teu trabalho e trabalha o teu plano.”– Dave Ramsey

 

Elaborar um plano é, sem dúvida, algo que nos permite chegar mais facilmente ao nosso objetivo.
Não só porque nos possibilita criar uma estrutura de orientação e organização, como também nos permite medir a nossa evolução.

Observo, no meu dia a dia (não só como coach, mas também em outros contextos) que a falta de planeamento é, muitas vezes, um grande bloqueio no cumprimento de metas e objetivos.

Vejo imensas pessoas que, apesar de terem bem presente o que querem alcançar e para onde querem ir, ficam desorientadas sem saber por onde começar, caindo muitas vezes na armadilha da procrastinação.

É o típico “Eu sei o que quero mas…. O que é que eu faço? Por onde começo?”.

Soa familiar?

Bom, começar por elaborar um plano é para mim um bom princípio e, para que este seja o mais eficaz possível, precisamos de ter em conta alguns pontos. Aqui deixo-te 3 que considero essenciais:

1 – O que vou fazer?

Depois de termos bem claro o objetivo final que queremos alcançar, é importante criarmos metas intermédias que nos pareçam mais realistas para nos ajudarem a perceber se nos estamos a afastar ou aproximar dele.

Estas metas podem ajudar-nos a gerir a frustração, levando-nos a celebrar pequenas vitórias, fazendo com que o objetivo final pareça menos longínquo e megalómano.

Por exemplo, no trabalho que fiz com o Éder ele foi ao pormenor de traçar metas diárias, desde a hora a que ía acordar, ao que ía comer, passando pelo treino em si, e celebrava cada uma.

2 – Quando fazer?

Tal como fizemos inicialmente para o nosso objetivo final, é determinante definirmos um timing para o cumprimento das nossas metas intermédias. Ou seja, é “obrigatório” colocar uma data em tudo o que nos propomos fazer. Esta é a única forma de fintar a procrastinação 😉

Dois dias, uma semana, seis meses, um ano, define um timing para as tuas tarefas e cumpre-o religiosamente.

3 – Como fazer?

Depois das tarefas/metas intermédias definidas, é importante escrevê-las e coloca-las num sítio bem visível para que nos possamos lembrar diariamente (ou em alturas mais desafiantes onde falta o ânimo) porque é que estamos a lutar.

Este plano deve ser inquestionável e 100% exequível, para que mais tarde não haja desculpas para não cumprir. Deve ser um compromisso inabalável não só com o coach que nos acompanha, mas acima de tudo com nós próprios.

Termino com uma pergunta final e que fazem muitas vezes.

Qual é a melhor altura de começar  o meu próprio plano?

Agora! É a minha resposta.

Susana Torres  –  Coach de Alta Performance