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Estudar e jogar futebol. O que deve ser feito? – Reportagem Rádio Renascença

Nem sempre é fácil para um atleta equilibrar os estudos com a carreira desportiva.

Na passada 3ª feira, na Rádio Renascença, falei sobre como conciliar a vida académica com a carreira futebolística sem descurar nenhum dos dois e, claro, em alta performance!

Se não tiveste oportunidade de assistir a esta reportagem, podes fazê-lo agora mesmo!

Vê abaixo 🙂

Até breve!

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Estudar e jogar futebol. A “mental coach” de Éder diz o que deve ser feito


Susana Torres, a “mental coach” de Éder, o herói improvável da final do Europeu de futebol, trabalha também com futebolistas jovens e adolescentes que estudam e sonham ser craques. “Têm de dividir o seu tempo, ter tudo estruturado na cabeça”, o que nem sempre é fácil.

Eles sonham com o futebol, mas o foco também está na escola.

 

 

Foto: Paulo Teixeira/Despfoto

Tornou-se conhecida – no país e no mundo – por ter exercido as funções de “mental coach” de Éder, o herói improvável da final do Europeu de futebol.

Susana Torres não trabalha apenas com craques ou com comuns profissionais de futebol. Acompanha, também, jovens futebolistas, desses que, ainda em idade escolar, sonham ser jogadores de futebol.

“Há dois pilares muito importantes na vida destes jovens: a família e os clubes”, sublinha Susana Torres, advertindo: “Estes dois pilares devem estar em comum acordo naquilo que é a gestão do dia a dia e das expectativas dos jogadores.”

Cada vez mais jovens – e famílias – têm consciência de que a aposta exclusiva no futebol é de alto risco. Por isso, importa ter um “plano A” e um “plano B” e, por muito que sonho empurre o futebol para o primeiro lado, o “plano A” deve ser o da escola. Depois, ver-se-á.

 

São milhares as crianças que desenvolvem o gosto e a capacidade para jogar futebol. Frequentam escolas, as chamadas escolinhas de futebol, e anseiam ser estrelas. Como é que se gere desejo sabendo que a maioria não consegue chegar “lá”?

Eu diria que, nessas idades das escolinhas, quem gere são os pais. São eles que decidem e fazem a gestão do tempo e dos horários e, até, a gestão da logística. Eu própria sou mãe de três filhos e um deles também joga futebol numa escolinha. Sei exactamente o que isso é. Quando eles são pequeninos, isto é apenas um sonho, uma ideia. Há um outro que tem, de facto, definido que um dia quer ser jogador de futebol. A maioria faz isso por diversão, gosta de futebol, gosta de estar com os amigos e não tem propriamente aquela ideia de que “é isto que eu quero fazer”. Isso não está bem definido, não faz parte de um plano de vida, porque ainda são muito pequeninos.

Mas eles crescem…

Na idade dos jogadores que ouvimos na reportagem, sim. Essa ideia já faz parte deles, já está bem planeada. É uma vontade que eles já têm bem definida nas suas cabeças.

E como é que se gere já em plena adolescência a ideia de que nem todos conseguem lá chegar?

[…]

[Clica AQUI para leres ou ouvires a reportagem na íntegra]